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Quando no repente gotas em oceano espalham, percebo presença, vento, vela e disparate. Voltou o ar, soprou vento.
O eterno de gostar é cata-vento.
Meu amor em conta-gotas não dá conta do oceano.
Tanta onda no meu peito.
Maré no quebra-mar.
A tarde passa devagar por causa da esperança. O vento abre as velas da embarcação.
Tempo sem vazão e sem partida. Calmaria. Nem se sabe nem se não.
Desata os nós, recolhe âncoras, encalha.
Um rio procura foz e não represa.
Melhor ser do que estar.
Não me resta o que será, resta o adiante.
Tudo assim sempre acaba em nada.
Nenhum barco se preza.
Medo é mar.
Nunca amar.
sábado, 13 de março de 2010
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