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Em todo momento nessa eleiçãoo defendi o seguinte: vote por ação, não vote por reação. Sejamos convictoss em nossas escolhas e posições políticas. Só assim se marca posição numa democracia.
Essa é, aliás, a importância da expressiva votação em Marina, no primeiro turno. A afirmação do discurso ecológico e o recado, via urnas, que esse é um tema de relevância para o Brasil e para muitos brasileiros. Marcaram posição e estabeleceram - por meio do voto, da democracia - a pauta do desenvolvimento sustentável na agenda do país.
Não adianta medirmos governos ou candidatos pelas falhas. Governos, partidos, pessoas públicas devem evitar, mas são passíveis a cometer erros. Irregularidades, corrupção, falhas estruturais e de fiscalização podem ser descobertas, as pessoas punidas, e as falhas sanadas - o que é o mais importante, para que não aconteçam novamente. Isso não desqualifica todo um governo, todo um partido ou todas as pessoas envolvidas com a vida pública.
Agora, finda a eleição, minha preocupação é acalmar aqueles que, denunciando os riscos à democracia nessa eleição - e eu nunca vi eleição direta ser ameaça ao estado democrático... - acabam, eles próprios, jogando contra os princípios democráticos.
Por fim, quero dizer que quem ganhou foi o Brasil. Quem ganha ao final de toda eleição direta, com mídia livre, participação e vigilância intensa do TRE, TSE, do MP e outros órgãos importantes do Estado de Direito, com todo esse aparato democrático e constitucional funcionando, somos todos nós. Antes de serristas, dilmistas, petistas ou tucanos, somos todos cidadãos brasileiros.
A vitória da democracia é uma vitória nossa! Uma oposição vigilante e coerente também faz parte dessa vitória. Espero que ela seja tão ética e responsável quanto a pregação da campanha. Isso será bom para todos nós, brasileiros!
Viva o Brasil.
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PS: Votei na Dilma.
domingo, 31 de outubro de 2010
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